Começamos a vida com poucas obrigações. Prestamos juramento á bandeira, prometemos devolver os livros da biblioteca mas quando ficamos mais velhos fazemos votos, promessas, ficamos sobrecarregados de compromissos. Não fazer mal, dizer somente a verdade, cuidar e amar até que a morte nos separe. Então continuamos a correr atrás do que devemos, até dever muito ao mundo e um dia pensamos “Mas que… ***” Há sempre alguém que quer algo mais de nós. Fazemos um pequeno juramento… e de repente afogamo-nos em obrigações para com desconhecidos, com os nossos colegas, com a própria vida. Temos responsabilidades. Então fazemos o que qualquer pessoa sensata faria, fugimos desesperadamente das nossas promessas torcendo para que sejam esquecidas mas mais cedo ou mais tarde, “elas” alcançam-nos. E ás vezes descobrimos que a obrigação que mais tínhamos medo… ficamos a saber que não vale apena fugir.
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