domingo, 17 de abril de 2011
Por aí …
As vezes saio por aí sozinha, e olho a minha volta parece tudo igual e penso em todas as coisas que podes estar a fazer naquele momento e na minha cabeça eu pinto uma imagem… Chego a casa e o meu quarto esta todo desarrumado, sinto falta de mexer no teu cabelo preto com alguns cabelos brancos e da maneira como te costumavas vestir. Oh, tu não vais aparecer? Eu é que continua a ser parva… porque sei que não vais aparecer. Tenho de me bronzear um bocado, ver se encontro alguém por aí e tudo vai ficar bem …vou fazer compras num lugar qualquer, pintar o cabelo, ficar ocupada por algum tempo. Tudo o que posso ser agora é a escuridão que já conheci é como um arrependimento ao qual tive de me acostumar, era tudo óptimo quando estávamos bem, esperava sempre que tocasses a campainha, não sei como me apaguei tanto mas a responsabilidade é minha, tu não me deves nada…quando vou embora o sol põe-se, levas o dia embora mas sou crescidinha e do meu jeito, neste tom triste as minhas lágrimas secam sozinhas e não entendo como stresso um homem quando há coisas tão mais importantes para fazer, podemos não ter nada, tínhamos de derrubar um muro por isso o afastamento é inevitável, mesmo se deixasse de te querer, uma perspectiva verdadeira, logo serei a próxima outra mulher de algum homem. Não devia arriscar de novo, tenho de ser a minha melhor amiga e não pensar em quem não interessa.O Nosso romance acabou, a tua sombra cobre-me o céu não parece mais ser azul. Gostava de dizer que não me arrependo que não há dividas emocionais, porque quando nos despedimos nasce um dia novo.
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