sábado, 9 de abril de 2011

Sem nada

Tanto medo de fugir, mas não vou deixar isto derrubar-me, escrevi duzentas cartas que nunca vou enviar, as vezes isso magoa demais é mais profundo do que parece, prefiro esconder-me, prefiro sofrer, libertar-me aos poucos. Estou na miséria, não há ninguém que me pode confortar, porque nunca me vais responder pois não? O teu silêncio esta a matar-me lentamente, realmente deixas-me mal, agora nunca mais te vou ter de volta… A tua pele, como ela se misturava com a minha a forma como me sentia ao sermos completamente interligados não era que me importasse  é que não sabia como isso me fazia sentir …parece que nunca te mostrei … a minha esperança esta acabada, posso até estar enganada  mas continuo a manter-me acordada e espero todos os dias pelo sol, desesperada e confusa, tão longe de ti vou ficar por aqui não me importa para onde tenha de ir, porque vou sempre levar-te comigo…

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